Cada um é pedaço d'um que foi d'outro. É ser e estar no momento agora. E o Agora... É um encontrar-se de novo.
segunda-feira, dezembro 01, 2008
Uma volta. E os quereres.
quinta-feira, novembro 27, 2008
Pra-to-do-dia-"ser-assim"
Amigos são assim, são pra ser, ser pra sempre.
Sabe quando você sente que é e pronto, que não pode ser mais porque é tão bom como é agora?
Amigos são assim, são pra ser, ser agora.
Pensamento positivo, coisa bôa! Dito e feito e tenho dito!
Quanta coisa bôa nesse ano repentino...
Quanta coisa vôa sem a gente se dar conta...
Mas a vida é assim mesmo, é ser assim, é "ser ou não ser" e ponto. De interrogação, porque de certo que a dúvida é existente, assim como é certo o mundo de gente bôa ao meu redor.
Amigos serão sempre amáveis... E eu tenho tantos...
Amigos, amores, namores, carinho que não se acaba.
E que bom...
Amigos são assim, são pra ser, e não acabar. Brincar sem parar, sem ter medo de caretice.
É como diz Oscar Wilde: "A vida é muito importante para ser levada a sério". Bem assim, prato do dia!
E é por isso e tantas outras que dizemos... TURMA OSCAR WILDE, QUESITO HARMONIA NOTA DEZ!!!
quarta-feira, novembro 19, 2008
Tudo junto.
terça-feira, outubro 21, 2008
Sabe o que falta?
Arrisque-se, nunca saberemos se não tentarmos.

domingo, outubro 19, 2008
Qual era mesmo a pergunta?
terça-feira, outubro 14, 2008
Caminhando
É nada o que espero
Sei quanto peço
Não sei quanto impeço
Tudo o que consigo
É briga comigo
Pois tudo o que quero
É nada o que espero
Tudo confuso
Não sei se eu mudo
Se vou ou se fico
Não sei o que escuto
Tudo aprontado
E o que espero
Um caminho descalço
Nu de hipocrisia
De morte e lágrimas
Esse mundo não é meu
Nem tão pouco o paraíso
Talvez fosse inferno
A falta de um abismo
Mais provável um Hades
Com corpos flutuantes
E moedas em seus olhos
Mais provável o improvável
Mas caminho nesse instante
O improvável é existente
As possibilidades são infinitas...
segunda-feira, outubro 06, 2008
O Rei da brincadeira (ê José) O Rei da confusão (ê João)

segunda-feira, setembro 29, 2008
Tudo a seu tempo.
Ela permanece nua. Intacta, imóvel, encolhida.
Nem as flores, tão pouco folhas, nada... Custam a brotar.
Parece a mais sem-vergonha, mas está tão tímida.
Em suas mãos, nas pontas de seus mudos dedos, brotam a incerteza e a impaciência.
Acalme-se, tudo a seu tempo, perceba a diferença, aprenda com ela e não julgue, portanto, os iguais, pois cada um, em sua proporção é diferentemente igual ao outro. Fazem parte do mesmo ciclo, vestem-se com a mesma lógica, comunicam-se pelo mesmo idioma, mas possuem diferentes princípios. As possibilidade são inúmeras, e o ciclo apenas um: nascer, crescer, morrer.
És a última entre as primeiras, mas o mais doce fruto, és filho teu.
Roda viva - Roda sim
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino pra lá
Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda peão
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a roseira pra lá
Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda peão
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A roda da saia, a mulata
Não quer mais rodar, não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou
A gente toma a iniciativa
Viola na rua a cantar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a viola pra lá
Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda peão
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
O samba, a viola, a roseira
Um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou
No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a saudade pra lá
Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda peão
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
Chico Buarque de Holanda
quarta-feira, setembro 03, 2008
Ma musique blue
Naquela rua mora uma meninaA menina dos grandes olhos
Morenos de diamente
Àquela rua ela vai todo dia
Brincar no asfalto
Descalça com origami
Eu pensei em dizer-lhe um verso
Uma poesia de alguma canção
Eu queria pegá-la no colo
Dar-lhe carinho e toda atenção
Naquela rua, naquele dia
Eu vi inundar um coração
Lágrima com corante cantante
de ma musique blue
de ma musique blue

