
Entre ruínas de um amor quimérico, ela dança lançando cinzas de seus desejos ao vento... Sem descobrir os segredos velados atrás da verdade, flutua em suas vertigens... Representa o "Gran Finale" por ela preparado; sua última aparição para a platéia inexistente. E, em um gesto ensaiado, ela se curva em agradecimento ao público ausente. Vagarosamente as cortinas se fecham... Fim do espetáculo !!! Fim do sonho !!!
2 comentários:
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E chegando ao mesmo ponto em que haviam iniciado o passeio, já no seu término, pararam. Deu palavra -Valeu a perna? Fez que sim. Saíram no passo para nem querem saber, cada lado para um.
(Trecho de O Viajante e a Passarinha) :)
Lê
Digamos que essa platéia vazia tivesse fantasmas, bem fantasmas não são gente, então técnicamente não haveria ninguém mesmo. Supondo que eu sou um desses fantasmas, ok? Então eu me levanto e aplaudo e grito "bravíssimo" ao espétaculo e ao poema.
Beijo.
Marcolino.
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